domingo, 14 de setembro de 2008

Tosqueando




Uma promessa de sucesso. haha



could could ground


"Porque sonho eu não sou, eu não sou".

Fofura do tipo desperdiçada


I'm a high school lover, and you're my favorite flavor
Love is all, all my soul
You're my playground love
Yet my hands are shaking
I feel my body reeling, times no matter, I'm on fire
On the playground, love
You're the piece of gold the flushes all my soul
Extra time, on the ground
You're my playground Love
Anytime, anywhere
You're my playground love


(Playground love, Air)


Hey. Wait. I've got a new complain.


Quando se pensa que finalmente uma área da sua vida está definitivamente caminhando rumo ao sucesso, sinta-se desconfiado. Ou pelo menos comece a se sentir "sorry about it" porque com certeza algum porém está caminhando paralelamente e de mãos dadas à aparente sorte de um momento aprazível. O que me irrita não é a consciência de não-exclusividade. O que me irrita não é a certeza que ninguém nasce para ninguém e que o mundo é vasto e mesmo assim, existe internet para diminuir as barreiras entre alguém que está aqui e alguém que está na puta que te pariu. O que me irrita não é fato de saber exatamente o que está acontecendo e grilar com isso. O que me irrita é o nível de cara-de-pauzice das pessoas e a eterna mania de achar que está sendo esperto e razoável o tempo todo. O que me irrita é a sonseira que acaba, de alguma forma, culminando em falta de respeito. JIZAZ! Se existe uma coisa que me irrita de verdade na bosta dessa face da terra é a falta de respeito. Antes que a ação seja efetivada, fica aqui um lembrete para mim mesma:


"Pega suas tralhas malditas e vai pra desgraça em busca da sua verdadeira felicidade. Só me deixe em paz porque basta eu ter de me entender para perder meu tempo tentando entender os outros. Não dá. Não toda a porra do tempo inteiro!"


Fui clara?


Don't fuck

Situação:
Aula cu. Calor da desgraça. Ônibus. Sol batendo forte na cabeça (antes fosse um trem azul). Encostada num cantinho levando a vida normalmente, apesar dos pesares e mesmo cultivando todo um rancor gerado por dias frustrantes, a gente tenta abstrair as pormenoridades com a expectativa no coração. E não há expectativas quando o ônibus é tomado por uma legião de dementes efusivos achando que o barato da vida é ser inconveniente. Lá estava eu pensando na morte da bezerra quando o frevo começou ao meu redor. Fique claro que eu não sou contra a felicidade alheia. O bem-estar coletivo. Não é nada disso; é só que certas coisas na vida exigem um limite para todos usufruirem belamente do que o bom senso costuma chamar de respeito.
Progresso da situação:
Torrando ao sol como um pedaço de carne seca no varal de algum açougue de quinta categoria, estava eu apenas observando a movimentação do bando ultra serelepe. Pessoas falando extremamente alto, rindo demasiadamente de nada, comentários desnecessários e infelizes, pulando e pendurando nos ferros do ônibus como se fossem protagonistas de um freakshow sem propósito. E o pior! A maldita câmera digital nas mãos. Uma câmera digital é uma arma poderosa dependendo de quem está manuseando. É um estímulo para mal entendidos. É o apocalipse da sociedade pós-moderna-mocoronga-acerebrada-da-puta-que-pariu-porra-caralho.
Conflito:
"- Olha aquela menina lá. Tá grilada pra caralho. Pára gente! Vocês estão grilando a menina!!!"
(Risadas em tom de zombaria)
"- Ou. Fica grilada não!" - disse "The chosen one" pedindo pra levar um murro na venta.
Clímax:
" - Meu pai acabou de morrer. Me deixem em paz."
Desfecho:
Silêncio abissal e muito prazeroso.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Time has told me
You're a rare rare find
A troubled cure
For a troubled mind.

São Longuinho, São Longuinho

Se me ajudar a encontrar meu eu por aí dou três pulinhos.

Milhões deles.

P.S.: Death in vegas como oferenda vale mais que um pássaro na mão.